Chegou o momento mais aguardado do ano, estamos em junho e, com ele também chega o clima mais aguardado por torcedores ao redor do planeta: o mês da Copa do Mundo. Entre expectativa, ansiedade e paixão nacional, o Mundial de 2026 promete movimentar o futebol como poucas vezes na história. A competição será disputada nos Estados Unidos, México e Canadá e marcará uma nova era do torneio, agora com 48 seleções e 104 partidas espalhadas pelos três países-sede.
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Mais do que um campeonato, a Copa representa um fenômeno cultural capaz de parar o mundo, unir torcidas rivais e transformar jogadores em ídolos eternos. No Brasil, o sonho do hexa volta a ganhar força após mais de duas décadas de espera desde o pentacampeonato conquistado em 2002. A edição de 2026 chega cercada de novidades. Pela primeira vez, três países dividirão a organização do torneio, que também será o maior da história em número de seleções participantes. O novo formato amplia a presença de países de diferentes continentes e promete uma Copa ainda mais imprevisível.
Onde assistir à Copa
A cobertura do Mundial será ampla no Brasil, sete plataformas diferentes transmitirão os jogos da competição. Entre elas estão Globo, Sportv, Globoplay, Ge tv, Cazé TV, SBT e NSports. A Cazé TV, inclusive, terá transmissão de todas as 104 partidas do torneio. A expectativa é de uma cobertura histórica, com equipes espalhadas pelas cidades-sede, programas especiais e transmissões simultâneas em TV aberta, fechada, streaming e plataformas digitais.
França como principal favorita
Mesmo com o peso da camisa brasileira, boa parte da imprensa internacional e das análises esportivas apontam a França como a seleção mais forte da Copa. Atual vice-campeã mundial e dona de uma geração recheada de estrelas, a equipe francesa chega embalada pela força de nomes como Kylian Mbappé, Dembélé, Cherki e Olise. Uma pesquisa divulgada pelo Datafolha mostrou que muitos brasileiros enxergam a França como a principal rival na disputa pelo título. Já análises de estatísticas e casas de apostas colocam os franceses constantemente entre os favoritos ao troféu. Nas redes sociais e fóruns esportivos, o discurso também se repete. Em debates, os torcedores destacam a profundidade do elenco francês e a capacidade da equipe de decidir jogos grandes mesmo quando o desempenho coletivo não é brilhante.
O Brasil ainda sonha com o hexa?
A Seleção Brasileira chega à Copa cercada de dúvidas, mas também de esperança. A chegada de Carlo Ancelotti ao comando técnico renovou parte da confiança do torcedor, especialmente pela experiência do treinador italiano em competições de alto nível. Apesar disso, comentaristas e ex-jogadores seguem divididos sobre o real potencial da equipe. O ex-atacante Romário, por exemplo, afirmou recentemente que vê seleções como França, Espanha, Alemanha, Portugal e Argentina à frente do Brasil na corrida pelo título. Modelos estatísticos também colocam a Seleção fora do grupo principal de favoritos. Um levantamento da Opta apontou o Brasil apenas na sétima posição entre os candidatos ao título mundial. Por outro lado, o peso da camisa brasileira segue sendo respeitado mundialmente. Em torneios de tiro curto, a tradição costuma fazer diferença, e jogadores como Vinícius Júnior, Rayan e Endrick aparecem como apostas para liderar uma nova geração. Além disso, a Seleção deve chegar ao torneio apostando em uma mistura de juventude e experiência. O retorno físico de Neymar também segue como um dos temas mais debatidos antes da competição.
Estreantes prometem agitar a Copa
A Copa de 2026 também será marcada pela estreia de jovens talentos que chegam cercados de expectativa. O espanhol Lamine Yamal é um dos principais nomes da nova geração e já aparece como candidato a protagonista do torneio. Pelo lado brasileiro, Endrick surge como uma das grandes esperanças ofensivas da Seleção. O atacante, que ganhou destaque ainda muito jovem, deve disputar sua primeira Copa carregando enorme pressão da torcida. Outros nomes que devem chamar atenção são Jude Bellingham, pela Inglaterra, Jamal Musiala, pela Alemanha, e Michael Olise, pela França. Todos chegam ao Mundial em alta no futebol europeu.
“Copa das lesões”
A reta final de preparação está sendo marcada pela preocupação com lesões. Algumas seleções chegam monitorando a situação física de jogadores importantes. No Brasil, Neymar segue sendo acompanhado de perto após problemas físicos recentes. Já a França também teve baixas e dúvidas em amistosos preparatórios antes do Mundial. A Espanha, outra apontada como favorita, também convive com preocupações envolvendo desgaste físico de atletas importantes ao longo da temporada europeia. Em discussões entre torcedores, muitos acreditam que as lesões podem alterar diretamente o cenário da disputa pelo título.
Por Henry Klayver, estagiário sob a supervisão de Kelly Hekally


