A ex-primeira-dama do país Michelle Bolsonaro resolveu desafiar o PL do Ceará para impor apoios às candidaturas de Eduardo Girão governador e Priscila Costa senadora. Ela fez uma narrativa, nas redes sociais na noite de quarta-feira (24), dizendo que tudo que defende para o palanque do Ceará, que contraria todo partido no estado, com exceção de Priscila. Michelle garante que é decisão de Jair Bolsonaro.
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Num longo vídeo, Michelle falou sobre o conflito político no Ceará. Revelou que havia compromissos assumidos antes da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, que, segundo Michelle, a autorizou para apoiar Eduardo Girão para o governo do Ceará. Outra declaração de Michelle é a que Priscila trabalhou intensamente na campanha de André Fernandes, aproximando o público feminino, reduzindo a rejeição ao então candidato, dizendo que o bom desempenho dele na corrida pela prefeitura de Fortaleza se deveu a Priscila.
Michele ainda denunciou uma conspiração: aproveitando-se da prisão de Jair Bolsonaro, alegou que tramaram eliminar Priscila da disputa por uma vaga no Senado Federal, cedendo esse lugar para garantir uma aliança com Ciro Gomes (PSDB). Michele questionou por que André Fernandes não ofereceu a vaga de seu próprio pai para agradar Ciro Gomes, em vez de retirar a vaga de Priscila.
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Ela enfatizou que essa decisão foi tomada sem o conhecimento de Jair Bolsonaro. A reação do PL cearense foi a pior possível a essa publicação de Michelle Bolsonaro, pois afirmam que tanto o apoio a Ciro quanto o lançamento de Alcides Fernandes foi definido numa reunião com presidente nacional Valdemar Costa Neto e o próprio Jair Bolsonaro.
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Michelle disse mais, atacando o pré-candidato ao Planalto pelo PL, Flávio Bolsonaro. Ela garantiu ter sido maltratada por ele em ligação telefônica que debateu o palanque do PL no Ceará.
“Ele retornou a ligação. Mas, sinceramente, para dizer o que me disse, teria sido melhor que não tivesse ligado. Foi muito ríspido, me desrespeitou e me tratou mal ao telefone. E eu não tinha feito nada contra ele. Disse que seria melhor eu ficar fora das decisões do partido. Disse que eu havia chegado ontem e não entendia nada de política. Diante dessa humilhação, respondi que tudo bem”, afirmou.
Segundo Michelle, o episódio ocorreu após ela manifestar oposição à aliança do PL cearense com Ciro Gomes, já no primeiro turno da disputa estadual.
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