Um protesto ocorrido na última quinta-feira (6), em frente ao Congresso argentino, em Buenos Aires, terminou em um violento confronto entre manifestantes e policiais. De acordo com balanços de organizações sociais, mais de 1.500 pessoas ficaram feridas, pelo menos 18 manifestantes foram presos e uma jornalista precisou ser hospitalizada com traumatismo craniano. A manifestação teve como principal alvo a proposta governamental conhecida como projeto “Inviolabilidade da Propriedade Privada”, defendida pela gestão do presidente Javier Milei.
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Conforme relatos da imprensa local e registros da agência AFP, ao menos dois policiais e um manifestante se feriram durante os atos. Uma contagem preliminar da mídia, ainda sem aval oficial, apontou dez prisões. Além disso, a União de Imprensa de Buenos Aires (Sipreba) relatou que um fotógrafo sofreu ferimentos na cabeça.
A repressão policial e os confrontos se estenderam por mais de quatro horas. Por volta das 20h, a praça diante do Congresso já havia sido desocupada pelos manifestantes, embora focos de conflito persistissem nas redondezas, com a tropa de choque e canhões de água dispersando a multidão na Avenida 9 de Julio com disparos de balas de borracha.


