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Guilherme diz que PT sempre valorizou e reconheceu atuação de Luizianne Lins

Deputado estadual e líder do governo Elmano na Assembleia Legislativa do Ceará (Alece), Guilherme Sampaio (PT), questionado sobre se lideranças atuais de seu partido, como o senador Camilo Santana, não poderiam ter dado espaço de protagonismo nestas eleições à deputada federal Luizianne Lins para mantê-la filiada, responde que “ao longo da história, a instituição PT sempre valorizou e reconheceu muito, e é obrigatório fazer isso, a liderança, a capacidade e a competência política da ex-prefeita Luizianne”. 

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A parlamentar optou por ir para a Rede, que constitui federação com o PSOL, na última janela partidária e tem seu nome como possível concorrente ao Senado pelo Ceará. A candidatura, afirmou ao O Estado CE nesta semana o deputado estadual Renato Roseno (PSOL), está em discussão.

“Tenho muito afeto por ela, muita proximidade, muito carinho e muito reconhecimento”, comenta ao lembrar que foi líder do governo da ex-prefeita na Câmara Municipal de Fortaleza (CMFOR).

Guilherme faz contraponto ao mal-estar público com a decisão de Luizianne de deixar o PT, acusando lideranças locais de rifá-la, citando que a parlamentar ocupou cargos eletivos por cerca de 20 anos com o apoio da legenda.

“Foi nossa candidata à prefeita em 2004, enfrentando ainda uma resistência interna, que no segundo turno foi unificada. Foi a nossa candidata à reeleição em 2008. Teve a liberdade de apresentar o nome do seu candidato à sucessão, que à época foi o atual governador Elmano”. O parlamentar mencionou ainda candidaturas em 2016 e 2020, à prefeita.

“Ao longo dos últimos anos, ela tem uma avaliação política, da dinâmica das definições para composição de chapa majoritária, quem vai ser candidato a governador, quem vai ser candidato a prefeito, quem vai ser candidato ao Senado, distintas de uma parte do partido. E no PT, a gente tem uma regra clara para discutir isso. É a base que discute. Eu também também fui pré-candidato a prefeito”.

Guilherme aponta também as eleições de 2020 e 2024, em que foi pré-candidato ao Paço Municipal. “Por que que não fui candidato a prefeito? Porque, no processo democrático do PT, as chapas que tiveram maioria escolheram o prefeito Evandro Leitão como nosso candidato. E eu fui lá coordenar a campanha do prefeito Evandro”.

“É legítimo que outros militantes nossos tenham entendimento distinto, achem que podem dar uma contribuição ao processo político fora do PT, como avaliou a ex-prefeita Luizianne, e acho que a gente tem que respeitar a decisão dela […] Conflito, divergência de opinião sempre existem. E essas divergências causam frustrações na gente. Cada um reage a isso e tem todo o direito, toda a prerrogativa de acordo com as suas próprias convicções. E a gente precisa respeitar o que cada um decide para o seu futuro político”.

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