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“5 por 2 é trabalhar 5 e descansar 2”

Presente no evento em que estava seu correligionário, o ministro Guilherme Boulos (PT), o governador Elmano de Freitas (PT) utilizou parte do seu tempo de discurso no palanque para defender o Fim da Escala 6X1, pauta que, segundo o gestor, vai ajudar sobretudo mulheres. A fala foi acompanhada de ataques velados à oposição ao presidente Lula (PT).

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“O sábado e o domingo é dela, e ninguém vai tirar o fim de semana para ela descansar. É essa a escala. O nome bonito, é assim, é escala 6 por 1 ou 5 por 2. 6 por 1 é trabalhar 6 dias e descansar 1. 5 por 2 é trabalhar 5 e descansar 2”, explicou nesta quinta-feira (16), diante de uma plateia de famílias em vulnerabilidade.

Elmano descreveu como um direito o descanso de pelo menos dois dias, apontando que o período é um tempo de qualidade, via de regra, com a família.

“Mas quem vai decidir isso? Nem é o governador, nem é o governador, ministro, nem é o prefeito. Quem vai decidir isso são os deputados federais e os nossos senadores. E eu já tenho uma tranquilidade, porque sei que o deputado federal Zé Airton está conosco defendendo essa luta. Mas no Ceará é o Zé Airton e mais 21. São 22”, acrescentou, referindo-se ao total da bancada cearense na Câmara, onde o assunto tramita.

Elmano, assim como o ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, pediu que a população saia às ruas.

O governador falou também em “ir agora nesse celularzinho aí perturbar os eleitores dos deputados que dizem que é Bolsonaro e vamos ver se ele tá no lado do povo ou com do povo. Quem votar contra outra escala de 5 por 2 do presidente Lula. A política tem uma coisa muito boa. Sabe qual é? Tem uma hora que o cara se esconde, mas tem hora que não tem como ele se esconder não. Quem não votar a favor do projeto do Lula nós já sabemos: não é para voltar para o Congresso”. 

RC e Sarto
Sem citar os nomes de José Sarto (PSDB) e Roberto Cláudio (União Brasil), ao elogiar a política habitacional do prefeito Evandro Leitão (PT) na Capital, Elmano disse que gestões anteriores tiveram dificuldades na área porque era muito difícil “na época do [Jair] Bolsonaro [PL]”.

“Fortaleza voltou a ter política habitacional. Não é pouca coisa não. Enquanto alguém ia fazendo devagar, e para ser justo, era muito difícil na época do Bolsonaro, porque eles inventaram uma tal de casa verde amarela que só tinha nome. Com o presidente Lula, a gente tá concluindo e fazendo as casas. Quero lhe agradecer, prefeito, porque sem você não tinha como ter Minha casa, Minha vida em Fortaleza”.

Fonte Matéria

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