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Assistir aos spin-offs de Dexter não é uma prioridade, mas este aqui é um ótimo lembrete do porquê amamos tanto o psicopata de Michael C. Hall – Notícias Visto na Web

Talvez os melhores dias da franquia já tenham ficado no passado, mas realmente espero que eles possam voltar.

Os dias de glória de Dexter se tornaram uma lembrança querida para os fãs há muito, muito tempo. Isso significa que cada novo spin-off – seja uma sequência ou um prelúdio – é recebido com uma boa dose de ceticismo. Aliás, admito que, embora conferir essas produções derivadas não seja uma prioridade, estou sempre curiosa para ver o que há de novo com o psicopata. E o capítulo mais recente não decepciona. Certamente não atinge o mesmo nível das primeiras temporadas da série original, mas sabemos que, enquanto Clyde Phillips e sua equipe estiverem no comando, teremos pelo menos dramas policiais mais do que satisfatórios.

Foi o que aconteceu com New Blood, se repetiu em Pecado Original e pode ser visto novamente agora, com Ressurreição, cuja primeira temporada já chegou ao Paramount+.

Estamos de volta (mais uma vez)

Eu diria até que a nova parcela é, talvez, a coisa mais “Dexter” que vimos em anos. Sim, Pecado Original foi um charmoso “retorno às origens”, onde um jovem Dexter Morgan começou suas desventuras como vigilante, mas aqui temos aquela sensação de “estamos de volta”, voltamos à velha guarda, caçando vítimas que se encaixam no código, e a satisfação do passageiro sombrio.

Paramount+

Na verdade, a temporada se concentra bastante no passageiro sombrio, aquele canto do seu ser que o impele a matar por satisfação. A chegada de Dexter (Michael C. Hall) a Nova York, em parte para ajudar seu filho Harrison (Jack Alcott), a quem ele reconhece como o assassino de um hóspede do hotel, traz consigo uma série de vítimas em potencial para serem drogadas, esfaqueadas e desmembradas à moda antiga.

Claro. Primeiro, temos que aceitar que o personagem sobreviveu a um tiro direto no coração e não morreu sangrando simplesmente porque a temperatura estava extremamente baixa. Se você aceitar isso, aceita todo o resto – inclusive o fato de Dexter encontrar um apartamento quase assim que chega à cidade, ou que um bilionário tenha um extenso banco de dados de assassinos em série e, por acaso, realize “mini-convenções” secretas para que eles possam compartilhar seus impulsos e métodos assassinos.

Estamos, portanto, bem distantes daqueles tempos em que podíamos debater até que ponto era possível simpatizar com alguém como Dexter ou as implicações éticas de seu comportamento e sua relação com seus impulsos letais. Muitos anos se passaram desde que isso era central para a série e, podemos dizer, o personagem passou por uma evolução sem precedentes.

A atuação magistral de C. Hall o torna irresistível, e Dexter: Ressurreição vale a pena assistir só por isso. Bem, também pelo senso de humor, pelos assassinos que encontramos e porque, mesmo dito ironicamente, aquele “hoje é a noite” ainda ressoa profundamente.

Fonte Matéria

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