Mara Gabrilli discursa na tribuna do Senado (Pedro França/Agência Senado)
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A senadora Mara Gabrilli (PSD-SP) afirmou que as mudanças da Meta nas diretrizes para utilização de suas plataformas permitindo que usuários associem membros da comunidade LGBTQIA+ a “doenças mentais” são “um ataque inadmissível à dignidade humana e um incentivo à perpetuação de preconceitos e discursos de ódio”.
Para a parlamentar paulista, ao justificar a nova versão das políticas internas com base em “debates religiosos ou políticos”, a empresa cria “um perigoso precedente que normaliza a intolerância e reforça estigmas que colocam vidas em risco”.
“(A empresa) confronta diretamente os avanços legais e a luta histórica por respeito e igualdade”, declarou Gabrilli. “Espero que a Meta reveja imediatamente essa política absurda, que não só viola os direitos fundamentais, como também contribui para um ambiente digital cada vez mais hostil e perigoso.”
“Não podemos aceitar que o ódio e a intolerância sejam disfarçados de ‘debate cultural ou político’. É papel de todos nós, especialmente de grandes empresas como a Meta, garantir que os ambientes digitais sejam locais de inclusão e respeito — não de violência e exclusão”, diz a senadora.




