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Marcação de pênalti de Pikachu causou punição à arbitragem de Palmeiras x Fortaleza


O pênalti que culminou no segundo gol do Palmeiras no empate em 2 a 2 com o Fortaleza, no último sábado, 26, no Allianz Parque, em São Paulo, pela 31ª rodada da Série A, foi o fator principal para a punição ao árbitro de campo e ao VAR, explicou a Comissão de Arbitragem da CBF Confederação Brasileira de Futebol , em reunião na última segunda-feira, 28, apurou o Esportes O POVO.

 

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No encontro semanal realizado com os clubes do Brasileirão para avaliar e explicar a atuação dos árbitros na rodada, a chefia nacional do apito, representada por Wilson Seneme, presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, apontou que Ramon Abatti Abel, árbitro de campo, e Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro, responsável pelo VAR, foram afastados pela penalidade marcada a favor do Verdão.

No lance, Caio Paulista chuta e a bola toca no braço de Yago Pikachu, que está dentro da área. O áudio do diálogo entre Ramon Abatti e Pablo Ramon revela que o VAR considerou que o camisa 22 do Tricolor “amplia o espaço corporal” e que “não é um braço para proteger o rosto”. O juiz de campo revisou o lance em campo e concordou, marcando a infração, que foi convertida por Estêvão.

Ainda durante a partida, após o gol de empate marcado por Moisés, o CEO da SAF do Leão, Marcelo Paz, fez postagem nas redes sociais em tom de ironia à arbitragem, questionando: “Será que vão marcar mais pênaltis pro adversário”. Em entrevista coletiva após o duelo, o técnico Vojvoda também deixou clara a insatisfação com a atuação dos homens do apito.

Avaliação da CBF sobre Martínez e Weverton

Outros dois momentos do jogo também estiveram em pauta na análise de Palmeiras x Fortaleza, estes envolvendo possibilidade de cartões vermelhos. A disputa entre Martínez e Richard Ríos, em que o volante tricolor acerta o meio-campista alviverde com o braço, foi considerada para amarelo por não atingir em cheio, o que configuraria agressão e geraria expulsão.

Já o empurrão do goleiro Weverton em Yago Pikachu, quando o camisa 22 do Fortaleza foi buscar a bola nas redes depois do gol de Moisés, Wilson Seneme avaliou que o arqueiro do Palmeiras poderia ter sido expulso, mas que o empurrão em si seria uma situação para cartão amarelo. Pikachu bateu a cabeça na câmera posicionada atrás da meta e precisou levar quatro pontos na testa.

Seneme aponta erro em lance de gol do Fortaleza

Na reunião, Wilson Seneme também explicou que Ramon Abatti Abel deveria ter percebido que a bola estava rolando antes de a falta ser cobrada no lance que originou o segundo gol do Fortaleza. Na sequência da jogada, Brítez fez lançamento para a área, a defesa palmeirense não cortou, e Moisés aproveitou livre para decretar o 2 a 2.

Neste caso, o comandante da arbitragem nacional ponderou que não cabia interferência do VAR e que a responsabilidade era somente do juiz de campo.




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