Traz Cage em um de seus melhores papéis.
Seja Kill Bill, John Wick, O Justiceiro ou A Última Casa à Esquerda, quase todos os filmes de vingança têm algo em comum: começam com uma atrocidade rapidamente executada antes da inevitável retribuição, que é saboreada ao máximo. Aqueles que apreciam esse tipo de história também podem achar The Surfer muito satisfatório, mas devem estar preparados para uma produção incomum dentro do gênero…
Afinal, este é também o trabalho mais recente de Lorcan Finnegan – e ele certamente não precisa provar a ninguém que consegue fazer filmes “diferentes”, especialmente depois da viagem surreal de ficção científica Viveiro. Seu trabalho atual aparentemente trilha um caminho familiar, mas, em última análise, concentra-se de forma particularmente extensa na inevitável queda de seu protagonista.
Não se trata apenas de algo diferente, mas, graças a mais uma atuação brilhantemente desvairada de Nicolas Cage, também simplesmente magnífico.
Stan
The Surfer: Esta é a história
O filme explora o localismo e a violência dentro da cultura do surf, quando um homem (Cage) sai dos Estados Unidos decidido a retornar para a sua cidade natal à beira-mar, na Austrália, e descobre que a praia em que surfava quando era criança agora é dominada por uma gangue de surfistas locais.
Depois de ser humilhado por esse grupo na frente do filho adolescente, o homem fica emocionalmente ferido por ter sua memória de infância invalidada. Como uma forma de solução, ele então decide ficar na praia e declara guerra territorial àqueles que a controlam sem se importar com mais nada.
Aliás, o próximo filme estrelado por Nicolas Cage também promete uma experiência cinematográfica que se desvia do habitual.


