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Já viu? A adaptação de um best-seller comovente sobre um segredo que muda tudo – com elenco forte e história envolvente – Notícias de cinema

Há muitos filmes que lutam contra o esquecimento, mas poucos são tão tocantes quanto este.

A importância do cinema para processar e manter vivas as memórias realmente não precisa de ênfase especial – filmes como A Lista de Schindler e Zona de Interesse nos abalam, nos forçam a refletir e podem mudar nossa perspectiva.

E não é apenas a atuação da Alemanha na Segunda Guerra Mundial que vive sendo revisitado repetidamente na sétima arte – o papel de outros países também. Isso é feito de forma particularmente tocante em A Chave de Sarah, por exemplo.

O filme de Gilles Paquet-Brenner é baseado no romance de Tatiana Rosnay, e o fato de a história ser fictícia não a torna menos comovente, visto que poderia perfeitamente ter acontecido de verdade.

Quando o passado alcança o presente

UGC Distribution

Tanto o livro quanto o filme são baseados na prisão em massa no Vélodrome d’Hiver, ocorrido em Paris em 1942. Mais de 13 mil judeus parisienses, incluindo 4 mil crianças, foram presos e deportados pelas autoridades francesas – embora a colaboração do país com a Alemanha tenha sido negada por muito tempo.

A Chave de Sarah também fala da ignorância que prevalece sobre o que acontece no próprio país e na própria família: durante sua pesquisa, a jornalista americana Julia (Kristin Scott Thomas), radicada em Paris, tropeça na história da pequena Sarah (Mélusine Mayance), que foi arrancada de seu apartamento durante a prisão. Para salvar o irmão, ela o escondeu no armário – e levou a chave consigo.

Uma chave para a verdade

Quase 70 anos depois, Julia se comove profundamente com o destino da pequena Sarah e tenta refazer seus passos. Ao fazê-lo, ela descobre um segredo que reverbera no presente e levanta questões sobre culpa e responsabilidade.

O filme entrelaça habilmente dois níveis e múltiplas gerações, destacando o quão longe as sombras dos eventos passados ​​podem se projetar – e o quanto este capítulo foi reprimido. Embora a narrativa seja contada de forma bastante convencional, isso não a torna menos envolvente e tocante. Isso se deve, em particular, às atrizes principais do filme, que capturam a essência com uma intensidade que transporta o filme e permanece na mente.

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