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Brasil vira destino mais barato para argentinos do…

Com a valorização do peso argentino e o movimento contrário do real (o dólar bateu recordes históricos e chegou a R$ 6,27 na quarta-feira 18), o Brasil se tornou um dos destinos mais atrativos e acessíveis para os argentinos neste final de ano, mais barato até do que viajar dentro de seu próprio país. É o que diz um estudo realizado pela consultoria Ecosur e publicado pelo jornal La Nación na última sexta-feira 13.

O levantamento apontou que uma viagem de duas semanas para quatro pessoas no Rio de Janeiro custa quase a metade do valor necessário para se hospedar na cidade de Mar del Plata, destino turístico na costa da Argentina.

De acordo com a Ecosur, destinos como Cancún, no México, também estão mais baratos: US$ 4.364 (cerca de R$ 26.500), 35% a menos que em Mar del Plata. Em contrapartida, Punta del Este e Miami são opções mais caras, com custos de US$ 7.225 e US$ 10.475 (cerca de R$ 43,9 mil e R$ 63,6 mil), respectivamente.

A preferência dos hermanos por passar as férias em cidades brasileiras chegou a irritar o proprietário de um dos resorts mais populares de Mar del Plata, Augusto Di Giovanni. Em um vídeo, o argentino afirmou que no Brasil “não tem banheiro, não tem hospitais, não tem infraestrutura, não tem serviços”.

“Vi um vídeo onde há um menu de 8 mil pesos, é feijoada. Guisado de feijão com 40 graus. Por que você não vem comer polenta aqui?”, questionou Giovanni.

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Situação para os brasileiros

Já para os brasileiros, a situação é bem diferente. Com o dólar em alta, as viagens internacionais se tornam mais caras, especialmente para destinos que eram mais acessíveis em anos anteriores, como a Argentina.

O movimento, no entanto, é positivo para o turismo brasileiro. O setor já registrou um faturamento de R$ 16,9 bilhões até setembro deste ano, com um aumento de 4,5% em relação ao ano passado.

A expectativa é de que, com o início da alta temporada, o turismo nacional continue em ascensão, com uma previsão de movimentar até R$ 157,74 bilhões entre novembro de 2024 e fevereiro de 2025, o que representaria a maior receita dos últimos dez anos.

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