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Ataque de drones da Rússia a infraestruturas críti…

A Força Aérea da Ucrânia informou nesta terça-feira, 3, que drones da Rússia atingiram infraestruturas críticas de energia nas regiões ucranianas de Ternopil e Rivne. Nenhuma vítima foi registrada. A aeronáutica ucraniana informou que abateu 22 dos 28 dispositivos disparados contra o país nesta noite, mas um deles foi “perdido” e outros dois deixaram o espaço aéreo da Ucrânia.

O prefeito de Ternopil, Serhiy Nadal, informou no Telegram que parte da cidade está no escuro. Ele recomendou que a população a estoque água e carregue os celulares, apesar de equipes de resgate e de energia já “estarem eliminando as consequências do ataque”. O local fica a 220 km da Polônia, país membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), principal aliança militar ocidental.

Em meio à ameaça, as defesas aéreas foram ativadas na capital ucraniana, Kiev, anunciou o governador Ruslan Kravchenko. Os destroços dos drones colidiram com quatro casas, dois carros e uma garagem na cidade.

Ataques ‘terroristas’

Na semana passada, mais de um milhão de lares ficaram sem energia na Ucrânia após um ataque aéreo russo generalizado à estruturas elétricas. Foi a 11º ofensiva em grande escala da Rússia às plantas que fornecem eletricidade aos ucranianos somente neste ano, de acordo com o Ministério da Energia em Kiev. No rescaldo imediato, a operadora de energia da Ucrânia introduziu cortes de emergência em seu fornecimento em muitas regiões, como Lviv, Volyn e Rivne, no leste do país.

Bombardeios russos se intensificaram nos últimos meses, deixando a Ucrânia em uma posição precária enquanto a guerra adentra seu terceiro inverno. Tanto Kiev quanto seus aliados ocidentais acusam Moscou de fazer “terrorismo” ao atingir infraestrutura civil, como a energética, com objetivo de deixar os ucranianos sem aquecimento na época em que as temperaturas caem abaixo de zero.

O presidente russo, Vladimir Putin, disse na última quinta-feira, 28, que o bombardeio foi uma resposta aos recentes ataques da Ucrânia contra o território de seu país usando mísseis dos Estados Unidos, os ATACMS. Há duas semanas, os EUA e o Reino Unido permitiram que os ucranianos usem armas produzidas por eles para atingir alvos dentro da Rússia.

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