O clã Bolsonaro resolveu brigar publicamente pela vaga na urna eletrônica (contém certa ironia) da eleição presidencial de 2026.
É que a inelegibilidade do ex-presidente e a provável condenação pela tentativa de abolir violentamente o estado democrático de direito fez o deputado Eduardo Bolsonaro, o filho Zero 3, dar um passo à frente.
Em reunião do CPAC (Conferência de Ação Política Conservadora), em Buenos Aires, onde discursou em um painel, Eduardo afirmou: “O plano A é Jair Bolsonaro, posso ser o plano B”.
Horas depois, Jair Bolsonaro resolveu desautorizar o filho. Em entrevista à rádio gaúcha, o líder da extrema-direita, defensor da tortura para opositores políticos, disse ser o “o plano A, B e C”.
“A não ser depois da minha morte física ou política em definitivo que eu vou pensar em possível nome” afirmou, Jair Bolsonaro, segundo reportagem de Carlos Villela.
Ora, ora, senhor ex-presidente! Após sua morte física o senhor não poderá pensar em mais nada. Ou não sabe disso?
Já depois da morte política seu pensamento valerá muito pouco, assim como já acontece hoje após indiciamentos e condenações na corte eleitoral.
Ter que exautorar publicamente seu filho é só mais uma prova disso!




