O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) (Marcelo S. Camargo/Governo de S. Paulo/Divulgação)
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Ainda durante a transição com o governo de Rodrigo Garcia — que ficou no lugar de João Doria –, em 2022, o governador Tarcísio de Freitas foi aconselhado por um aliado a não mexer na Segurança Pública de São Paulo.
“Está tudo ajustado, com gente séria atuando”, disse o aliado, que ainda hoje segue no governo de Freitas.
Tarcísio não ouviu e promoveu uma profunda mudança na área, com novos dirigentes e nova cultura, inclusive em relação ao uso de câmeras corporais, compradas na gestão passada.
Nesta quinta, Freitas mostrou-se arrependido por algumas escolhas. “Eu era uma pessoa que estava completamente errada nessa questão das câmeras corporais. Eu tinha uma visão equivocada, fruto da experiência pretérita que eu tinha, que não tem nada a ver com a segurança pública. Hoje, eu estou absolutamente convencido que é um instrumento de proteção da sociedade e do policial. Vamos não só manter o programa, como ampliá-lo e tentar trazer o que tem de melhor em termos de tecnologia”, disse Freitas em entrevista à CBN




