A Praça dos Três Poderes, em Brasília, vista do Palácio do Planalto, em foto de 12 de janeiro do ano passado (Gustavo Maia/VEJA)
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O Planalto editou, nesta quinta, uma portaria que “estabelece diretrizes” para a coleta e uso das moedas atiradas por turistas nos espelhos d’água da Presidência da República e do Palácio da Alvorada, entre outros órgãos.
Pelo texto, a empresa responsável pela manutenção dessas estruturas ficará responsável por retirar o dinheiro, contabilizar o que tem valor — tirando moedas fora de circulação, por exemplo — e enviar ao Tesouro Nacional.
A arrecadação das moedas será realizada a cada seis meses. “As moedas fora de circulação ou de valor histórico, cultural ou artístico lançadas nas referidas áreas serão encaminhadas em até 60 dias após a arrecadação ao Museu de Valores do Banco Central do Brasil para que este lhe dê a destinação que lhe aprouver, observada a legislação de regência”, diz o texto.
Já as moedas estrangeiras serão “convertidas em moeda nacional, quando possível, pela área responsável pela coleta”.
Precisando mais do que nunca arrecadar, já que não há plano de um ajuste profundo de contas, o governo mostra que está mesmo catando cada moeda disponível.
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