Plenário da Câmara dos Deputados (Beto Barata/Agência Senado)
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Enquanto o Congresso pressiona o Planalto pelo pagamento de emendas, as investigações ordenadas por Flávio Dino avançam no MPF. Já são 234 procedimentos abertos em todo o país para mapear recursos liberados por deputados e senadores.
Nesta semana, por exemplo, o novo lote de apurações do MPF, “a fim de evitar ocorrência de atos de improbidade e de corrupção”, mira emendas de Kim Kataguiri (755.000 reais) e Giordano (15 milhões de reais) para a Prefeitura de Osasco (SP).
Ainda em São Paulo, são citados pelo MPF repasses de David Soares (1 milhão de reais) para Embu das Artes e Renata Abreu (700.000 reais) a Carapicuíba.
O MPF também abriu procedimentos para rastrear o destino de emendas enviadas a diferentes cidades do Mato Grosso e de Roraima.
Em quase todos os procedimentos, o MPF vai direto ao ponto, ao cobrar de prefeitos e governadores estaduais a apresentação do número da conta bancária para onde o dinheiro da emenda foi transferido e os dados finais de onde a verba foi gasta. Não há para onde correr.




